INFORMATIVO
BIMESTRAL DA SIQUEIRA CAMPOS ASSOCIADOS |
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Janeiro
de 2008 – Ano II – N.º 02 |
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NOVIDADES! |
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Curso
aberto formação
Six Sigma Black Belts |
Formação
de Black Belts Seis Sigma com turma aberta. O curso
será realizado em Porto Alegre nos dias 14
a 18 de abril de 2008.
O programa está alinhado com os contéudos
da ASQ. Informações pelo telefone
(51) 33478623 ramal 8428, com Vanessa, ou pelo eventos@igea.org.br. |
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Planilha
para cálculo
do nível sigma |
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54º
Seminário Executivo Seis Sigma
08 e 09 de abril - São Paulo, SP |
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Mais
de 500 executivos já participaram das edições
anteriores deste seminário. Faça parte
deste time que busca a classe mundial, participando
do Seminário Executivo Seis Sigma.
As vagas são limitadas, não perca esta
oportunidade.
Maiores informações pelo telefone 0800
7030603 ou info@siqueiracampos.com. |
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| Guia
de acesso rápido MINITAB 15
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Desde
o desenvolvimento do Seis Sigma, pela Motorola
em meados dos anos 80, esta estratégia
tem passado por fortes mudanças que tornaram
o modelo muito mais robusto. Provavelmente, quem
fez sua formação neste período,
agora precisaria fazer uma forte complementação
para tornar-se adequado às práticas
atuais.
O modelo inicial tinha um enfoque
técnico, mais restrito às ferramentas
estatísticas e de qualidade, sem abranger
os aspectos gerenciais e de estratégia
de negócios. Com o passar do tempo, este
modelo foi sendo aprimorado com o acréscimo
de experiências de aplicação
de várias organizações.
Entre as contribuições
significantes no aprimoramento deste modelo, podemos
citar as seguintes:
- Implantação
da infra-estrutura gerencial com suporte do
Champion pela Allied Signal.
- Adição
da fase Definir no modelo MAIC pela GE.
- Maior
focalização na voz do cliente
(VOC) e integração com a estratégia
de negócio pela GE.
- Integração
com o Lean pela ITT Industries e Caterpillar.
Poderíamos
resumir as gerações do programa
de Seis Sigma da seguinte forma:
1ª Geração: Foco técnico
na manufatura, qualidade e produto (Motorola).
2ª Geração: Ampliação
do foco integrando à gestão do negócio,
redução de custo e focalização
no cliente (GE).
3ª Geração: Integração
com Lean (Caterpillar e ITT Industries).
O Lean é uma universalização
do Sistema Toyota de Produção, método
desenvolvido pela Toyota entre os anos 50 e 60,
que visa à redução dos desperdícios.
Com a integração
do Seis Sigma com o Lean, combina-se as soluções
de velocidade do Lean com os aspectos culturais,
organizacionais e ferramentas analíticas
do Seis Sigma. É importante destacar que
neste processo as ferramentas Lean são
integradas ao modelo Seis Sigma e não o
contrário. Com esta integração
houve um aumento no currículo do curso.
Atualmente, os programas de
formação tendem a seguir as tendências
de mercado, existindo pelo menos 3 currículos
em voga:
SS: Seis Sigma tradicional.
LSS: Lean Seis Sigma.
LSS-: Lean Seis Sigma Light.
SS: O Seis Sigma tradicional
possui o currículo normal, sem a adição
de Lean.
LSS: O programa mais atual. Integra
Lean com Seis Sigma com carga horária maior
em virtude do aumento de conteúdo.
LSS-: Este programa tem carga
horária reduzida, especialmente em estatística
avançada, sendo mais aplicado para organizações
de serviço.
Na evolução destes
modelos, nossa organização tem se
mantido na liderança técnica, sendo
a pioneira em nosso país na aplicação
do Seis Sigma com DMAIC e na integração
com o Lean. |
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| Parceiro |
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| Por
onde andamos |
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RS:
Souza Cruz - Formação de Green e Black
Belts - Lean Seis Sigma
SC: BESC - Mapeamento de processos e software iGrafx
PR: Volvo Caminhões - Suporte aos projetos
Seis Sigma
SP: Continental Freios - Curso Lean Seis Sigma -
Formação de Green Belts
BA, CE, RJ, SP, MG: Contax - Capacidade Analítica |
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Voz
do cliente
"Exercícios
que ajudam a 'quebrar' a parte de teoria e conceitos,
e colocam em prática o que foi aprendido."
Manuela
Nogueira, Curso de Capacidade Analítica,
Contax - Rio de Janeiro. |
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| Desenvolvimento
sustentável |
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"Trate
bem das nascentes da terra: não lhe foi
dado por seus pais, foi-lhe emprestado para você
por seus filhos. Nós não herdamos
a terra dos nossos antepassados, nós a
tomamos emprestada das futuras gerações."
Provérbio
indígena norte-americano |
Durante
boa parte do século XIX, os economistas
clássicos viam limites no desenvolvimento
econômico. Haveria um limite ao
crescimento, o chamado estado estacionário.
Veio o século XX, que com exceção
da década de 1930, foi uma era
de crescimento sem precedentes. Aumentos
nos níveis de renda, produtividade
e qualidade de vida, fizeram com que a
escassez e os limites ao crescimento fossem
esquecidos.
A partir das crises do petróleo
nos anos setenta, a preocupação
com esse limite voltou à tona.
É nesta época que se inicia
a preocupação com a ecologia
e começa a ser discutido o desenvolvimento
sustentável. Na virada do século
XXI, o mundo tomou consciência da
dimensão dos impactos causados
ao ambiente e as conseqüências
danosas disso. O Desenvolvimento Sustentável
e a Economia Ambiental tornam-se cada
vez mais populares. Os impactos causados
ao ambiente, que costumavam ser tratados
apenas por alguns pesquisadores passou
a ser preocupação de praticamente
todas empresas e governos ao redor do
mundo.
Essa mudança de contexto, fez com
que o conceito de desenvolvimento fosse
alterado. Antigamente, crescimento e desenvolvimento
significavam a mesma coisa: aumento do
nível de renda per capita.
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Com
a melhora na percepção do
que é o desenvolvimento este conceito
foi ampliado: além da esfera econômica
(aumento da renda), o social (qualidade
de vida, saúde, educação,
etc.) e ambiental passaram a ser determinantes
para o que é considerado desenvolvimento.
O desenvolvimento só será
sustentável se não reduzir
as possibilidades das gerações
futuras. Isso implica na não redução
da disponibilidade de capital para as
próximas gerações,
inclusive o capital natural. É
como se a natureza existente fosse uma
poupança: a geração
atual deve viver apenas retirando os juros,
sem reduzir o principal. Os juros nesse
caso, são os serviços que
os ecossistemas prestam à humanidade.
Porém, se as sociedades humanas
utilizarem esses serviços além
da capacidade dos ecossistemas se manterem,
estará reduzindo o estoque de capital
natural para as gerações
futuras. É como se deixássemos
para nossos filhos e netos, menos fábricas,
investimentos, escolas, universidades,
etc.
Marcelo Siqueira Campos
Mestrando em Economia na UFRGS |
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Mapeamento
de processos é uma descrição
gráfica, mostrando a seqüência
de atividades desenvolvidas para a realização
de um propósito específico
de forma lógica e interconectada,
identificando os passos do processo.
Através de um mapeamento de processo,
podemos:
- uniformizar
os processos,
- proporcionar
segurança para quem realiza o processo,
- facilitar
substituições eventuais
de pessoal,
- facilitar
o treinamento de novos funcionários,
- definir
métricas para o processo,
- encontrar
possibilidades de aprimoramento do processo.
Com
o mapeamento de processos, temos uma visualização
do processo como um todo, mostrando o papel
e relacionamentos entre passos e áreas
envolvidas, permitindo identificar as áreas
com problemas, laços e complexidade
desnecessários, onde a simplificação
do processo é possível.
Auxilia também a identificar onde
coletar os dados ou investigar mais profundamente,
para descobrir quais elementos podem causar
impacto no desempenho do processo, além
de documentar e padronizar o processo.
Cuidados ao mapear processos:
-
não
confundir níveis diferentes de
detalhamento em um mesmo mapa,
-
observar
atentamente o processo para não
perder detalhes importantes,
-
observar
o processo real antes de representá-lo
graficamente e depois comparar o desenho
com a execução do processo,
-
elaborar
um mapa que qualquer pessoa consiga
entendê-lo.
Não
deixe de mapear seus processos, pois grande
parte do aprendizado e melhoria nos processos
resulta da documentação e
análise dos relacionamentos representados
em um mapa do processo. |
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